terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Eu li: Coleção Jogos Vorazes
COLEÇÃO JOGOS VORAZES - Suzanne Collins
1.Jogos Vorazes
O que antes era a América do Norte, tornou-se Panem, um conglomerado formado por 13 distristos e comandado pela Capital. O 13º distrito foi completamente destruído por ter se rebelado contra Capital. A fim de relembrar aos demais distritos dos horrores da guerra e evitar novos levantes, foram estabelecidos os chamados "jogos vorazes". Cada distrito envia uma pessoa de cada sexo entre 12 a 18 anos, chamados "tributos" e estes são colocados em uma arena onde devem lutar até a morte. Esse é o ambiente em que se desenvolve a história. Katniss, de 16 anos, orfã de pai, morto nas minas de carvão ( a principal atividade do distrito 12) se oferece como voluntária para substituir sua irmã mais nova, que foi escolhida para ir aos jogo vorazes. Juntamente com Peeta Merllak, Katniss representará o distrito 12 naquela que será um edição de jogos inesquecível.
2.Em chamas
Por meio de uma gambiarra, Katniss e Peeta conseguem vencer juntos os jogos vorazes. A Capital, entretanto, não vê com bons olhos essa atitude. Durante a Turnê dos Vitoriosos é possível notar os efeitos que o artifício usado por Katniss exerce nos demais distritos. Enquanto isso, começam as preparações para o Massacre Quartenário, um tipo de edição especial dos jogos que ocorre a cada 25 edições dos jogos vorazes. Dessa vez, os tributos serão sorteados entre os vitoriosos. Assim, Katniss está de volta à arena.
3.A esperança
Acontece um grande evento no final do segundo livro. Katniss foi resgatada pelos rebeldes, comandados pelo distrito 13 e será preparada para ser o símbolo da revolução que poderá por fim à hegemonia da capital.
Pronto, tentei não dar muitos spoilers, mas não dá para falar de uma coleção sem revelar alguns detalhes, né? Bem, fiquei simplesmente hipnotizada pelo primeiro livro, terminei em 1 dia e meio, porque estava economizando. Mas mesmo depois do livro fechado, a história não saía da minha mente. Suzanne Collins vai construindo a tensão durante o capítulo e condena o clímax na última frase. Nós somos apresentados a uma realidade extrema e junto com ela, conhecemos personagens marcantes que cativam nossos sentimentos, seja amor seja ódio, o que não dá é para ficar indiferente.
A preparação para os jogos, para mim, foi uma das melhores partes. Ver os personagens chocados com a diferença desproporcional entre a riqueza da capital e as condições terríveis a que eram submetidos as pessoas nos distritos. Os jogos em si contém uma parte meio parada, em que as coisas se desenvolvem longe dos personagens principais, mas a reta final é bastante emocionante.
O segundo livro, vemos os impactos da artimanha de Katniss, a comoção causada nos distritos e um fio de compreensão de que as coisas podem ser mudadas, mas também o quanto isso será perigosos para as pessoas que Katniss mais ama. O massacre quarternário é eletrizante.
No terceiro livro, o negócio começa a se arrastar. A arena dos jogos foi destruídas e os rebeldes resgataram Katniss, Beete e Finick, deixando para trás Peeta, Joana, entre outros. Os resgatados são levados para o distrito 13 que está reconstruido e a todo vapor no subterrâneo de suas antigas ruínas. A gente fica esperando pela batalha final que só falta não chegar e quando chega, passa batida... Katniss passa mais tempo dopada do que acordada.
Com o resgate de Peeta vem a invenção maluca de telessequestros, que não dá para engolir nem com muita boa vontade. Só falta não acabar... Acho que podia ter sintetizado mais e colocado a essência desse livro forma integrada ao segundo livro.
Está previsto o filme baseado no primeiro livro para esse ano, vamos ver no que vai dar!
Que a sorte esteja sempre ao seu favor!
foto: http://garotait.com.br/dicas/indicacoes-de-ferias/
Se você quiser ler uma resenha de gente grande sobre essa coleção, veja os links abaixo:
Jogos vorazes
Em chamas
A esperança
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terça-feira, 29 de novembro de 2011
Eu fui (e voltei!): Fortaleza-Rio de Janeiro de ônibus
Uma experiência inesquecível, tanto que nunca mais espero ter que repeti-la na vida. Não vou revelar, por enquanto, os motivos que me levaram a fazer tal viagem dessa forma. Mas posso contar os detalhes sórdidos!
Tudo começou em uma terça feira (saída 14h -chegada no RJ quinta feira quase12h). E posso dizer que já começou mal porque o ônibus já chegou atrasado. Depois, foi embarcada tanta bagagem que parecia que todo mundo ia se mudar daqui. Eu estava levando duas malas, um delas só com o material para usar no ônibus, visto que são cerca de 2 dias de viagem daqui até o Rio de Janeiro. Para minha sorte, a cadeira do meu lado foi vazia o tempo inteiro e tinha bastante espaço entre uma poutrona e outra. (estimo entre 50cm a 70 cm) Se houve aquele espaço nos aviões iria ser perfeito. Espaço para pôr os pés. Um ponto a favor do ônibus. A cada mais ou menos 3h era feita uma parada e a cada mais ou menos 7h, o motorista era trocado. Isso é extramente importante para a nossa segurança. Um motorista disposto é um motorista alerta.
Como sabia que ia enfrentar longas e intediantes horas, solicitei a senhora LadyReaper do http://paponosense.blogspot.com, que me indicasse um livro que foi tão envolvente que eu não conseguisse largar. Resultado: levei "Jogos Vorazes" que devorei em um dia e meio e só porque estava me divertindo com outro livro de leitura obrigatória. Fantástico! Depois falo dele para vocês. E o segundo livro foi "Não conte a ninguém", muito bom também. Esse fui economizando para durar a viagem de volta.
Além dos livros, levei passatempo. Adoro resolver palavras cruzadas. Recheiei o mp4 de músicas e aulas para ir ouvindo no caminho e continuar os estudos (nerd é osso).
Banheiros e banho
Banheiro de ônibus, assim como de avião, é só para casos de vida ou morte. Então, minha política foi de, a cada parada, descer, esticar os músculos e resolver tudo o que precisava no banheiro dos postos/ponto de apoio rodoviário/restaurante/rodoviária. Muitos locais em parávamos exigiam pagamento para o uso do banheiro. Até ai tudo bem, mas o problema é que tinha lugares imundos, destruídos. Fala sério! Se vai cobrar, pelo menos preste um serviço de qualidade. E o papel higiênico era milimetricamente distribuído. Pelo menos, ninguém pode reclamar de desperdício.
O banho era um problema a parte. O medo de perder o ônibus e o incômodo de levar quase meio mundo de coisas para dentro de um espaço mínimo em que não havia lugar para pendurar nada deixava a situação supertensa. Meu primeiro banho na viagem foi de água quente, mas quente mesmo, na verdade, pelando! Socorro! Na volta já estava por dentro dos macetes e fui mais bem preparada e arrumei um banho frio e refrescante nas terras baianas.
Comida
Como falei em um post anterior, estou de dieta. Imaginei a dificuldade de seguir à risca as recomendações da nutricionista, mas não achava que ia gastar boa parte dos recursos da minha viagem com comida e que não era lá essas coisas não viu... nessa brincadeira, acabei emagrecendo 1kg. E assim nasceu a dieta do ônibus. Desculpem-me os baianos, mas foi por ai que os valores eram mais exorbitantes. Já em Minas, não posso deixar de falar do pão de queijo delicioso e no preço que eu comprei e comi com gosto de quero mais. "Bão demás"!
Na volta, não pensei duas vezes, passei no supermercado, comprei tudo que queria e precisaria para os dois dias da volta (inclusive papel higiênico=P). Economia total. Em proporção, gastei apenas 30% do valor para alimentação da ida com comida na volta. E comi bem, frutas, inclusive. (Por frutas, entenda-se bananas).
Trilha sonora
O pessoal tanto que fez que conseguiu convencer um dos motoristas a ligar o DVD. Começamos a ver o show do Alexandre Pires, que travou irreversivelmente e foi desligado. Alguém, maleficamente, andava com os DVDs de Paula Fernandes (exibido 3 vezes), Aviões do forró (exibido 2 vezes) e Eduardo Costa (exibido 1 vez) e tivemos de ouvir em som altíssimo durante toda a viagem. Meu gosto musical foi afetado irreversivelmente. "Se ele não te ama, se ele não te quer, vê se me esquece/Se me odeia, deita na BR, se me odeia, deita na BR! Vai, daquele jeito!" =D
Companhias
Passando quase 2 dias com um grupo de pessoas não tem como alguma coisa não dar errado. Havia uma pobre velhinha que não detinha mais o controle de sua bexiga. Então, precisava ir ao banheiro do ônibus de 20 em 20 minutos. Até ai tudo bem. Tudo bem, nada! Ela só ia quando o ônibus estava em movimento, vinha trombando e caindo, o que mobilizava todos os passageiros para ampará-la e ainda deixava um banheiro com uma aroma que nada parecia com o de rosas...
Atrás minha poltrona, vinham dois rapazes, funkeiros, que cantavam insistentemente as mesmas músicas, normalmente nas horas impróprias e nas horas que eu estava para dormir. Posso dizer que, pelo menos, tinham uma boa voz para cantar.
Mas comparada com a volta, isso foi fichinha.
Já no começo do meu retorno, um cidadão embargou no ônibus com uma garrafa de rum, que entornou sozinho. Depois veio conversar com outros rapazes que estava nas poltronas atrás das minhas (novamente a cadeira do meu lado veio vazia). Quando cidadão, que a essa altura estava totalmente bêbado, perguntou se podia sentar do lado de um dos homens com quem conversava. Diante da recusa do outro e com os brios feridos, voltou para sua poltrona. Estava vendo a hora de ele ser arremessado pelo vidro frontal do ônibus, tal era a maneira como ele cambaleava.
Foi acudido por dois senhores que tentaram fazê-lo sentar, mas sem sucesso.
Ele foi nocauteado depois de bater a cabeça no maleiro do ônibus e dormir (para não dizer que ficou inconsciente) boa parte do 1º dia de retorno. Depois acordou bem, sóbrio e provavelmente com uma dor de cabeça tão inesquecível quando a minha viagem.
Justamente quando eu pensava que tudo ia melhorar, outra leva de rapazes começou a beber. Na segunda exibição do DVD do Aviões, havia dois deles sem camisas dançando forró no meio do ônibus em movimento.
No final da viagem, eu já não conseguia nem sentar direito. Usei todas as posições possíveis e imagináveis.
Condição das estradas
Infelizmente em diversos trechos, a BR 116 está uma cratera só. Buracos que tomam faixas inteiras da pista e que não oferecem outra alternativa a não ser passar por dentro deles. Acho um verdadeiro milagre a viagem ter corrido sem qualquer problema mecânico no ônibus. De qualquer modo, a cada parada mais longa, o ônibus era verificado e tal.
Veja: http://baixioceara.net/trechos-da-br-116-entre-ico-e-jaguaribe-e-o-3%C2%BA-pior-do-pais
Você já deve estar se perguntando: "Afinal, teve alguma coisa boa nessa bendita viagem? Teve sim. O Brasil é simplesmente incrível. Passagens belíssimas. Visual fantástico. Isso fez o esforço valer a pena. Claro que seria melhor parar mais tempo para apreciar os locais e tal, mas não se pode ter tudo.
Como disse no início foi, sem dúvida, uma experiência inesquecível. Esse tipo de coisa serve para gente valorizar o que tem, principalmente no que diz respeito a conforto e paciência. Acho que nunca mais vou me queixar de atrasos aéreos, por exemplo. Troco sem nem pestanejar 45h de ônibus por 3h de vôo com escala, conexão e o escambal. Dá para sentir falta até da barrinha de cereal da companhia aérea. Mas se perguntar se eu encaro de novo uma viagem longa assim, mas de carro, aproveitando para conhecer tudo, pode ter certeza que sim. Eu quero desbravar o Brasil e conhecer tudo que tem de bom por aqui.
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segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Red Hot Chili Peppers: Monarchy of Roses - Clipe novo!
Novo novíssimo clipe do RHCP. Ainda estou ressentida com a saída de J. Frusciante. Não consegui sequer ouvir o novo álbum todo. =( Achei o vídeo interessante. Confiram:
Já sinto falta dos solos alucinantes de John Frusciante.
Já sinto falta dos solos alucinantes de John Frusciante.
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sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Eu vi: Once upon a time - episódio piloto
A nova safra de séries do segundo semestre de 2011 tem opções para todos os gostos. Se não me engano, foi LadyReaper que me falou desta em especial. Once upon a time conta a história de uma maldição que roubou os finais feliz dos contos de fadas e aprisionou os personagens no mundo real, paralisados no tempo e desmemoriados.
Alerta de spoilers (mas são leves =P)!
O bebê da Branca de Neve e do Príncipe seria a salvação de todos. A criança é enviada para o mundo real e quando completar 28 anos deve voltar ao lugar onde os personagens estão aprisionados para iniciar a batalha final.
Enquanto isso, no mundo real, Emma (Jeniffer Morisson - A Cameron em House), especialista em encontrar pessoas, é confrontada por um garoto que diz ser seu filho e pede que ela retorne com ele para Storybrooke, Maine. Segundo ele, ela é o bebê da história acima, mas quando chegam à cidade, nada acontece. OK. Paro por aqui. Acho que já deu para entender o esquema.
Sou meio suspeita para falar porque adoro contos de fadas, muito mesmo (Falando nisso, há outra série, chamada Grimm, que também usa contos de fadas)! O enredo da história me chamou atenção em primeiro lugar em razão disso. Segundo, há um viés mais adulto e como se trata de uma série de drama, podemos esperar personagens um pouco mais profundos (ou não...). Terceiro, despertou a curiosidade de como será o desenrolar da trama. Em resumo, não fiquei sofrendo para ver o próximo capítulo, mas quero sim vê-lo.
Acho que ainda é cedo para formar uma opinião mais concreta, mas por enquanto, recomendo. =D
Boa diversão!
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quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Eu li: Querido e devotado Dexter e 90 livros clássicos para apressadinhos
Querido e devotado Dexter
Jeff Lindsay
272 p.
Planeta
Comecei a assistir Dexter e simplesmente viciei. Depois de assistir todos os episódios, a providência lógica era buscar os livros. O problema era o preço, esperei longos anos (isso mesmo, quase 2 anos) para comprar Querido e devotado Dexter (segundo livro da série, o 1ª Darkly Dreaming Dexter aparentemente não saiu em português...)e Dexter, a mão esquerda de Deus (terceiro livro) por preços razoáveis, e por razoável, quero dizer R$ 20,00 cada! Oferta imperdível garimpada por LadyReaper na Bienal de Livros do Rio de Janeiro desse ano.
Spoiler Alert!!!
A história difere bastante da série em diversos pontos. Deborah Morgan, irmã de Dexter parecer ter uma vaga idéia da real natureza do irmão serial killer. Cody, filho de Rita, tem tendências de psicopata, o que deixa Dexter fascinado e louco para passar seus ensinamentos e iniciá-lo no código de Harry (seu pai adotivo). A tenente Laguerta está morta e não é Dexter que dá cabo do Sargento Doakes. Deborah Morgan se envolve romanticamente com um tal Kyle Chutsky (e não, Frank Lundy como na série). Dexter nos conta que Masouka supostamente também reproduz emoções sem realmente senti-las, da mesma forma que o nosso amado protagonista faz.
Quanto a Dexter, temos o nosso querido monstrinho de sempre, com mais comentários inteligentes (às vezes, não...) e a atuação do Passageiro das Trevas e a Necessidade são bem mais claras.
Essa diferença foi ótima porque tornou a leitura ainda mais interessante e na minha opinão, as adaptações feitas para a séries foram acertadas. A essência de Dexter está nas duas mídias e nos conquista de igual forma.
90 livros clássicos para apressadinhos
Herink Lange e Thomas Wengelewski
192 p.
Galera Record
Esse livro li de uma sentada só, em uma livraria em Aracaju. O autor se propõe a falar sobre diversos títulos literários em pouco mais de 3 quadrinhos. Apesar de ter muitos entusiastas, não gostei muito deste livro. Achei difícil de entender o resumo de muitos livros, inclusive, alguns que eu já tinha até lido. A proposta, sem dúvida, é boa. Eu apoio tudo que incentive e instigue a leitura. E por causa disso, recomendo o livro. Acho que ela desperta a curiosidade para incluir novos títulos nas nossas listas de leitura. E no final das contas, pode ter sido por eu ser apressadinha demais e ter lido tudo de uma vez só, eu tenha tido uma primeira impressão errada. Não deixe de conferir. Alguns exemplos do quadrinhos estão dispostos abaixo:
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domingo, 16 de outubro de 2011
iPhone
Descobri esse vídeo outro dia desses e fiquei pensando quanta tecnologia de futuro que já deve existir nos grandes laboratórios de pesquisa e que simplesmente ainda não está à venda por não terem conseguido (ainda) desenvolver o produto de forma que fique a um preço comercializável.
É o jeito esperar. ;-)
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Sugarfree
Vão desculpando o estrageirismo do título. Quero dar meu testemunho de que é possível se livrar do vício em açúcar e sal. Como toda mulher que se preza e que engorda com facilidade, tentei sem sucesso as mais diversas dietas mirabolantes (inclusive esse blog em tempos imemoriais começou como um diário de dieta, o D do garota D é de diet =D, fim do mistério!!!). Por que não funcionava?
1. Sem acompanhamento de um profissional.
2. Com restrições alimentares extremas e torturantes.
Cansei de dar desculpas a mim mesma e resolvi procurar uma nutricionista e tomar jeito na minha vida. Contei todas as minhas manias, minhas comilanças, assaltos à geladeira, compulsão por doces e salgados. A medida que eu ia contando, ficava assustada com o tamanho do poder que o açúcar e o sal exercem na minha vida. É como se eu estivesse me vendo viciada em cigarro. A decisão foi tão drástica que fechei um plano de um mês de refeições prontas especialmente preparadas para uma dieta balanceada.
Resisti bravamente, mesmo como pessoas como LadyReaper preparando biscoitos maravilhosos no período mais crítico da minha dieta.
Ontem tinha uma festa de aniversário para ir e ia ter bolo. Era a minha primeira dose de açúcar em 10 dias. Pensei sinceramente que ia pôr tudo à perder, mas não. Comi o bolo, que estava gostoso, sim (foi feito com menos açúcar do que o normal), mas bastou, não senti o impulso de comer outro pedaço. Fiquei orgulhosa, foi uma vitória maior do que o peso e as medidas que já perdi.
O sal é outra vitória a parte. Posso dizer que agora sinto o real gosto da comida. Sem falar que dei uma 'secada' só em razão de ter conseguido atenuar a retenção de líquidos.
Mas não espere me encontrar magérrima porque com uma dieta responsável a gente emagrece aos poucos e eu ainda estou no início de um longo caminho, mas eu chego lá.
Sabe o que é melhor de tudo isso? São os outros efeitos:
1.Pele mais bonita e bem menos oleosa.
2.Dormir melhor
3.Intestino funcionando como um relógio
4.Mais disposição
5.Upgrade na autoestima
Resumindo: sou feliz porque sou saudável e gostaria de convidar todos a fazer o mesmo! Reduza o sal e o açúcar e sinta o gosto das coisas de verdade! Sua vida vai mudar!
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quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Adeus, Steve Jobs!
Ontem à noite eu havia acabado de jantar e, como de costume, deitei na varanda com o notebook nas pernas pra ver o que estava acontecendo no pequeno mundo virtual que eu vivo e/ou acompanho. Obrigatoriamente o site da Apple era um dos primeiros que eu olhava pois, como Applemaníaco que sou, aguardava ansiosamente os lançamentos que tradicionalmente acontecem em setembro de cada ano, quando me deparei com a imagem abaixo.
Por um instante não entendi (ou não quis acreditar) e depois fiquei bastante triste. Eu mesmo fiquei surpreso com esse sentimento, pois trata-se de alguém distante de mim, que não é meu familiar, nem amigo, mas ainda assim o fato me causou uma profunda tristeza. Entendo que a mesma imagem pode ser vista, interpretada ou sentida de maneiras completamente diferentes, dependendo do olhar do observador. O que eu vi foi a imagem de um homem cheio de garra, idéias, recursos financeiros, sonhos e visão que teve sua vida interrompida pela limitação do seu corpo falho. Mais uma ironia (ou ensinamento) da vida. No site da Apple, as poucas palavras traduzem o meu sentimento e que acredito ser compartilhado por muita gente no mundo.
“A Apple perdeu um gênio visionário e criativo, e o mundo perdeu um ser humano incrível. Aqueles de nós que tiveram a sorte de conhecer e trabalhar com Steve perderam um grande amigo e um mentor inspirador. Steve deixa para trás uma empresa que só ele poderia ter construído, e seu espírito será sempre o alicerce da Apple.”Quem quiser saber um pouco mais sobre essa notícia e sobre a vida de Steve, o site do msn fez um pequeno resumo de sua história aqui. Está prevista para lançamento no Brasil no final de novembro deste ano a sua biografia.
Beijos e abraços.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
A janela de overton
Galera, eu estava andando pela Livraria Saraiva e a capa desse livro me chamou a atenção. Li a sinopse e acabei comprando-o. Tava com saudade de ler uma trama que me prendesse e que não falasse sobre vampiros, bruxos nem cavaleiros, esses temas já me cansaram. Acabei de lê-lo e gostei muito. O autor é Glenn Beck, âncora jornalístico da Fox News.
Sinopse: "Um plano para destruir os EUA vem sendo preparado há cem anos, e agora está prestes a ser colocado em prática... Alguém será capaz de impedi-lo? E se você descobrisse que tudo em que você acreditou até hoje não passa de uma grande farsa? Que a roupa que você veste todos os dias pela manhã, assim como o carro que você dirige não são escolhas suas? Que o governante que você elegeu na última eleição para comandar sua cidade e seu país também não depende de você? E se chegasse à conclusão de que toda autonomia e livre-arbítrio que você julga ter, na verdade, atendem a um outro comando que não as suas ideias e a sua própria vontade?"
Ele descreve um pouco através do uso da Janela de Overton (esse link explica de onde veio o termo) que somos guiados para pensarmos de determinada forma e que as informações que são notícias podem (e são) manipuladas por profissionais de relações públicas, com o propósito de tirar o foco de um fato importante. Assim, os interessados podem direcionar a opinião pública para outro acontecimento.
Até antes de ler o livro eu não sabia que, no dia 10 de setembro de 2001, o secretário da Defesa, Donald Rumsfeld afirmou que o Fundo Nacional perdera 2,3 TRILHÕES de dólares no Pentágono e que eles não sabiam o que havia acontecido com essa verba. Isso mesmo, um desvio de 2,3 trilhões. Coincidência ou não, no dia seguinte ninguém mais se lembrava desse “probleminha”, pois outro problema maior surgiu...
Bom, assim como filmes, música, pode ser que você goste ou não. A parte que eu critico é que dá a impressão que o autor criou um livro (cuja ideia central é, na minha opinião, extremamente impactante) com o objetivo de já transformá-lo num filme, para isso inserindo na história um casal e um romance mega clichê. Fora isso, o livro é intrigante e me levou a estender a janela de overton para outros fatos, como se o autor tivesse, pelo menos nos momentos pós livro, conseguido me fazer parar pra pensar na história da política.
Beijos e abraços!
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Bullying
De acordo com a Wikipedia, "Bullying é um termo utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (do inglês bully, tiranete ou valentão) ou grupo de indivíduos causando dor e angústia, sendo executadas dentro de uma relação desigual de poder". Há poucos meses esse era o assunto da moda e quase todo dia tinha uma matéria na TV ou revistas falando sobre isso. A moda passou, mas ficou pra mim reflexão, que divido com vocês agora.
Será que um pouco de bullying não pode ser bom? Calma, eu disse um pouco. Deixa eu explicar: ninguém pode ser perseguido ou muito menos maltratado por ser magro, gordo, negro, gay, cabeçudo, caolho, cabelo pixaim, enfim, por uma característica que é do indivíduo e que não interfere na relação dele com os outros. Todo mundo tem direito de ser o que é e eu sou o primeiro a defender isso. Como diz a “sábia” Lady Gaga “I was born this way”. Mas agora vamos fazer uma retrospectiva: quem de nós não teve um apelido na infância, daqueles que era uma flechada certeira naquilo que menos gostamos em nós mesmos? E você fez o quê? Pensou em se matar? Prometeu matar todos quando crescesse? Acredito que a maioria lidou com isso, aprendeu inclusive a rir um pouco ou minimizar a importância disso e pronto: trauma superado. Quem agiu assim se tornou um adulto menos supersensível ou melindroso e que aprendeu a transformar “defeitos” em características ou até em vantagens. Depende de cada um. Eu acho a superproteção na infância pode ser nociva e contribuir para ciar um futuro adulto fraco. E o bullying, tirada a agressão física que é inconcebível, acaba por vias tortas desenvolvendo em você a capacidade de se colocar diante dos outros e de enfrentar.
Imagina que você está no colégio, quando criança, e tem um coleguinha que acha normal limpar o nariz enquanto conversa com todo mundo. Imagine um mundo sem bullying. Agora imagine o nosso mundo real com bullying, onde em algum momento um mais desbocado na turma começa a debochar do dito cujo ou coloca logo um apelido, chamando, por exemplo, de porco ou imundo. Uma coisa no mínimo vai acontecer: esse garoto vai entender que seu comportamento não é aceito pela maioria. Imagine que tem um outro que não gosta de escovar os dentes e que, por isso, tem mau hálito. Ele tem esse direito? Sim. Os outros tem que aceitar caladinhos seu mau cheiro? Claro que não. Nada que um apelidinho de “boca de fossa” ou algo parecido não o ajude a correr pra resolver seu problema (e dos outros! rsrs). Quando a galera começa a tirar onda, claro que isso pode ser positivo tanto pro garoto quanto pro grupo.
Outra coisa: será que a criança não tem que aprender a se defender, mesmo sendo mais fraca que o opressor? Será que a vida nunca vai lhe colocar em situações desiguais onde você precisa ter força e coragem pra enfrentar só? Eu acho que sim. Eu lembro que no meu tempo de escola pública, onde a barra era bem pesada (como acho que ainda é em qualquer escola pública), havia os caras mais fortes que xingavam, batiam, tomavam o lanche. Isso é certo? Claro que não! Eu adoraria viver num mundo sem nenhuma injustiça, mas o fato é que aquelas situações, pelo menos pra mim, serviram pra mostrar que se eu fosse o filhinho-fraquinho-da-mamãe, ingênuo ou melindroso, eu iria sofrer bem mais. Não dá pra andar com um guarda-costas a vida toda. E quem lhe defende então? Você mesmo. Se você ainda não sabia, eis a sua chance: a vida não é uma estrada pavimentada com tijolinhos de ouro.
Outro dia desses eu estava no cinema e entrou uma turma de adolescentes por volta de seus 15 anos, cuja brincadeira era entrar na sala, ficava meia hora, ria alto, gritava, brincava um com o outro e depois saía correndo da sala para entrarem em outra. Nessa hora eu só tinha vontade de fazer uma coisa: sentar a mãozada na cara de uns deles pra ver se eles deixavam de ser adolescentes idiotas, porque muito provavelmente eles vão ser adultos idiotas. Ok, melhor seria se os pais, a escola ou psicólogos os ensinassem o significado de respeito, mas dá pra entender que tem gente que ou não vai receber essa educação ou, mesmo recebendo, nunca vai aprender a respeitar o coletivo a não ser que seja constrangido a isso? Tem e é muita! Portanto, bullying nos sem noção já!!!!!
Escrevi esse post dando a cara a tapa, sabendo que posso ser considerado agressivo. Sem problema, sou um pouco mesmo, assumo. E também sou intolerante com quem ultrapassa os limites, invadindo os meus. Na educação que eu recebi isso se chama respeito. Eu dou e quero.
Beijos e abraços!!!
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